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REVISTA
TOPOPSPINSPINOPSPIN
T T CAPA
A REVISTA DO TÊNIS DE MESA
O FIM DA CELULOIDE
E A ERA DO
Hoje as bolas
PLÁSTICO “
plás cas são
Apesar de eficiente, a celuloide apresen- padrão
tava um problema sério, a alta inflamabilidade, por mundial. “
isso, a par r de 2014, a ITTF iniciou a transição para
as chamadas, bolas “Poly” (plás co), feitas de
materiais como ABS, essas bolas trouxeram mais
segurança na fabricação e transporte, pequenas
mudanças no quique e rotação, obrigando a
necessidade de adaptação por parte dos atletas . TECNOLOGIA ATUAL:
No início, houve crí cas com relação à
diferença na sensação de jogo e menor rotação em PRECISÃO
comparação à celuloide .
Mas com o tempo, a tecnologia evoluiu — e INDUSTRIAL
hoje as bolas plás cas são padrão mundial.
Atualmente, as bolas de tênis de mesa são
produzidas com al ssimo controle de qualidade no
diâmetro: 40+ mm (ligeiramente maior que 40
mm), com peso: 2,7 gramas, esfericidade rigoro-
samente controlada e testes de quique e resis-
tência.
Os fabricantes investem em moldagem
precisa com materiais mais uniformes e melhor
durabilidade. Tudo isso garante par das mais
justas e previsíveis.
O FUTURO DAS
BOLAS
O desenvolvimento não para, as tendên-
cias incluem materiais ainda mais sustentáveis
com maior durabilidade, uniformidade absoluta
entre lotes e possível integração com tecnologia
(sensores para análise de jogo).
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